segunda-feira

Malenga - Escultura



Quando era pequeno desprendia muitas horas ao lado da minha casa fazendo meus brinquedos de madeiras leves. Esta foi a primeira parte de aprendizagem em que, simultaneamente desenhava. Com 20 anos tomei decisão de ser escultor. Tendo iniciado ao lado do meu pai, portanto ele é o meu primeiro mestre. Dois anos depois mudei para Maputo para continuar com o trabalho, na cooperativa Arte Makonde. Em 2001 juntei-me num grupo de artistas nas instalações do Museu Nacional de Arte. Em 2006 obtive bolsa de estudo para estudar arte em Lisboa. No ano seguinte tive um estágio em escultura também na Faculdade das Belas Artes do Porto.

EXPOSIÇÕES:Colectivas: Várias em Moçambique e uma em Lisboa. Individuais: uma em Maputo em 2005, uma individual em 2007 no Porto e uma individual na Suécia em 2008.

Américo Hunguana "Bocarras" - Fotografia



Américo Jorje dos Santos Hunguana (Bocarras) nasceu em Maputo no dia 26 Outobro 1985. Fez o terceiro ano do curso de publicidade e marketing em Maputo.
Projectos e exposições em que participou:
2004 Exposição de cartaz pulicitário, Centro Franco-Moçambicano, Maputo
2004 Participação na Exposição colectiva da Foto Festa 2004, Maputo
2005 Primeiro premio de fotografia de Kodak , Maputo
2005 10 anos do Centro Cultural Franco-Moçambiano, Maputo
2005 Estagio de laboratorio no Estudio Foto Retina , Maputo
com fotografo Sr. Machado
2006 Projecto Audio-Visual para a impresa Dunavante Morumbala, Quelimane
2006 Projecto Audio-Visual para a CIC (União Europea), Quelimane
2006 Workshop de Arte-video, Maputo
2006 Estagio fotográfico em Cape Town , South Africa
2006 Workshop fotográfico no Centro Comunitario artistico de Catetura, Namibia
2007 Exposição individual : Cruzamento, Genebra, Suiça
2007 Exposiçao individual : Cruzamento 1, Bern, Suiça

GENITHO RASTA - UM MÙSICO DA TERRA

Compositor e músico moçambicano, Genitho Rasta recupera do tempo os velhos ritmos e os instrumentos tradicionais moçambicanos, misturando sons,melodias e culturas.

Texto > Manuela Sousa Guerreiro
Fotos >
Bruno Barata/Editando

Dedilhando a "mbira" (um instrumento moçambicano, assente numa pequena tábua meio tosca onde se fixam tiras de metal), Genitho Rasta vai, aos poucos, evocando as lendas, a guerra de libertação e a longa resistência moçambicana. O espectáculo continua e, desta vez, acompanhado do violino e do saxofone, Genitho experimenta o "bangwe" (uma espécie de guitarra que ressoa em cabaças).

A "mbira" e o "bangwe" são dois dois instrumentos tradicionais de Moçambique tocados pelo músico e compositor moçambicano Genitho Rasta. A estes junta-se ainda a "timbila" (um xilofone artesanal), que tem a particularidade de ser um instrumento de orquestra. O que explica a presença em palco do saxofone e do violino. "Não costumo romper com os costumes tradicionais. Embora, junte o que á de positivo na cultura moçambicana com o que há de positivo noutras culturas". A fusão de sons, melodias e culturas, algo que o artista confessa não ser premeditado, vai-se tornando realidade no pequeno palco do auditório da FNAC, em Lisboa, conquistando as várias dezenas de pessoas que ali se reúnem.

Genitho Rasta nasceu em Inhambane, mas tem raízes na província de Tete, de onde é originária a família, e em Maputo, onde cresceu. Talvez por isso os três instrumentos tradicionais moçambicanos eleitos pelo compositor sejam característicos de cada uma dessas regiões. "A "mbira" ou "sansi", é do centro do país. No norte, o "bangwe" é mais conhecido e as timbilas estão mais ligadas à região sul", explica Genitho Rasta em conversa com a Revista Moçambique. "Mas a raiz do meu trabalho está na música tradicional do país e não na música de uma ou doutra província. Daí ter privilegiado vários instrumentos que são característicos de vários pontos de Moçambique", sublinha.

Respeitando "o ritmo antigo", Genitho canta a história, a guerra de libertação e a luta de resistência. Os trabalhos de pesquisa levam-no a resgatar do imaginário moçambicano os velhos contos populares e infantis.

Reencontrando as raízes

Como em quase todos os países africanos, também em Moçambique a música está presente nas várias cenas do quotidiano e é um veículo privilegiado de expressão religiosa, espiritual e cultural. Mas contrariando a realidade de muitos desses países, a diversidade e a riqueza da música e dos instrumentos moçambicanos permanecem ainda por descobrir.

No país da "marrabenta" são poucos os músicos que se atrevem a ir buscar os ritmos antigos, tradicionais, talvez por falta de apoios e de meios ou talvez por que ainda existem certos preconceitos e complexos. "Há quem diga que a marrabenta representa a música moçambicana. Considero isso uma aberração. A marrabenta é sobretudo colonial, produto de uma assimilação cultural, onde os arranjos e os tempos obedecem a uma estrutura ocidental, completamente diferente da música tradicional, da música da terra".

Para Genitho Rasta, o gosto pela música tradicional começou há poucos anos e quase por acaso. "O primeiro instrumento tradicional que comprei foi a um indivíduo que os vendia para decoração. Comecei a tocar sozinho e com a ajuda de amigos, depois fui fazendo alguma pesquisa e descobrindo os músicos tradicionais. Hoje toco a "mbira", as "timbilas" ou o "bangwe" como quem toca uma guitarra ou um saxofone", conta. Reacções? "O público, mesmo em Portugal, conhece e aprecia. Em Moçambique, culturalmente a música é bem aceite, ainda que comercialmente seja difícil abrir espaço e conseguir apoios", esclarece

Publicado originalmente na revista “Moçambique”, em 2002.
Reproduzido neste blog com a devida vénia.


SEMANA DA GUINÉ-BISSAU - 11 A 17 DE AGOSTO


2º Fª - 11
18h 30m - Abertura da exposição de pintura de Maio Coopé e João Carlos Barros
19h - Demonstração de tecelagem tradicional guineense (em colaboração com a associação AFAIJE - Filhos e Amigos da Ilha de Jeta)

4ª Fª - 13
18h 30m - Palestra: "Expectativa de Desenvolvimento da Guiné-Bissau enquanto país independente", pelo Prof. Dr. Celestino Macedo
5ª Fª - 14
18h 30m - Apresentação do livro "Fogo Fácil", de Marinho de Pina, seguido de encontro com o autor.
20h - 23h - Jantar tradicional guineense
22h - Concerto com Maio Coopé e amigos

6ª Fª - 15
20h - 23h - Jantar Tradicional guineense
22h - Concerto com Maio Coopé e amigos

Sábado, 16
20h - 23h - Jantar Tradicional guineense
22h - Espectáculo de dança tradicional pelo Ballet Mambôf (em colaboração com a AFAIJE)

Exposição de Pintura: João Carlos Barros e Maio Coopé


JOÃO CARLOS BARROS



Nasceu em Bissorã, na Guiné-Bissau a 24 de Março de 1959.
Desde miúdo revelou aptidão para desenhar e pintar, o que o levou, de forma autodidacta, a aperfeiçoar-se nas técnicas do desenho e da pintura.Em 1982 veio estudar para Portugal, tendo-se licenciado em arquitectura. Desde então em Portugal tem trabalhado como arquitecto e como professor de Educação Visual, no ensino básico e secundário.Desde muito cedo revelou um irreprimível vontade de desenhar e pintar que o levou a dedicar-se em 2000 à pintura de forma mais regular e profissional. Tem como principais referências Picasso e Malangatana.Do seu curriculum constam a elaboração de capas de discos para músicos guineenses. É também autor de cartazes para eventos culturais e do logótipo da Guineaspora. Realizou algumas exposições individuais e participou em várias colectivas.
Exposições indiciduais:
2004 - As minhas raíses”, Centro de Artes e Ofícios (CAO’S) organizada pela Associação de Pintores dos Concelhos de Loures e Odivelas (Quadrante);
2003 - Memórias d’África, Junta de Freguesia da Ramada, odivelas.
Exposições colectivas:
2005 - exposição colectiva realizada no espaço Santiago Alquimista para “Musidanças”;
2004: exposição colectiva “Comemorações do Dia de África, realizada na Escola EB. 2, 3 João Villaret, Loures; exposição colectiva realizada no Instituto Português da Juventude no Parque das Nações;
2003: exposição colectiva de Pintores Guineenses da Diáspora, realizada na Universidade Lusíada.

MAIO COOPÉ


Mário da Silva é um artista polifacetado, cujo talento se tem revelado tanto nas artes plásticas como na dança ou mesmo no cinema. É no entanto na música que Maio Coopé (nome artístico que adoptou e cuja origem, exemplo do afiado sentido de humor guineense, se prende com o facto de ter estado muito ligado durante anos á comunidade de cooperantes europeus em Bissau) é mais conhecido, tanto na Guiné-Bissau como internacionalmenteA verdade, no entanto, é que a qualidade e originalidade do seu traço pictórico nada ficam a dever á forte expressão artística e identitária da sua música, á empatia que os seus concertos despertam no público e nos seus colegas de palco.Segundo ele mesmo diz, pinta "desde sempre". É um autodidacta, mas na juventude, aprendeu muito com o mestre Carlos Barros, o popular Carbar, pintor guineense de prestígio e hoje também principal animador da Associação dos Amigos de Bissau Bedjo, que vem lutando há anos pela requalificação do belo núcleo histórico da cidade). Frequentou também várias oficinas de pintura no Centro Cultural Francês de Bissau, na década de 80. Durante anos, trabalhou também como desenhador técnico em ateliers de arquitectura. Em Bissau, hoje. algumas das suas criações ainda podem ser vistas, como as saborosas e expressivas imagens que decoram o mais autêntico lugar de encontro de músicos e boémios da cidade, o popular Mansa Flema (título, também, de uma das mais conhecidas canções de Maio Coopé)Utiliza principalmente as técnicas de Desenho e Pintura e também (uma sua faceta ainda menos conhecida!), a da escultura em barro. Expôs várias vezes os seus trabalhos na Guiné, em Portugal (onde reside há mais de dez anos), e também no Mali, no Senegal e no Burkina Faso.

sábado

Espectáculo de dança pelo BALLET MAMBÔF, Sábado 16, 22h



O Grupo Cultural “Ballet Mambôf” é constituído por 21 elementos sendo dois Coreógrafos e quatro Percussionistas Profissionais do Prestigiado e Emblemático Ballet Nacional da Guiné-Bissau “Esta é a Nossa Pátria Amada”, e por jovens Guineenses nascidos em Portugal, com Idades compreendidas entre 12 a 19 anos. O Grupo nasceu da sensibilidade da Associação dos Filhos e Amigos da Ilha de Jeta, Noroeste da Guiné-Bissau, com Sede provisória em S. João do Estoril, Concelho de Cascais, e que teve o abraço fraterno e imediato da Câmara Municipal de Cascais, através do Departamento da Divisão de Promoção e Animação Cultural. O objectivo do MAMBÔF (que significa União) é a divulgação da Cultura Africana em Geral e em Particular da Guiné-Bissau na Diáspora, através de mensagens destinadas sobretudo às Novas Gerações, sobre a Preservação dos Valores Culturais e dos Recursos Naturais, bem como a importância do Ensino e da Saúde, em prol do Desenvolvimento. Procuramos passar a mensagem da cultura, da paz, sem esquecer as peripécias da imigração. Tudo isso nos módulos de Teatro, Comédia e Danças Tradicionais da Guiné-Bissau. O BALLET MAMBÔF, fez a sua Apresentação de estreia em Março de 2003, no salão da “Sociedade de Abóbada”, pertencente ao Grupo de Instrução Musical e Desportivo de Abóbada, na presença de Representantes da Câmara Municipal de Cascais, de alguns Dirigentes Associativos Guineenses e de vários outros convidados, assim como também da população local. A apresentação mereceu aplausos do Público presente e elogios de algumas personalidades no final da sessão. Portanto o Grupo é óptimo e recomenda-se. Após a estreia, os convites começaram a chegar. O BALLET MAMBÔF foi um dos convidados especiais da II Mostra de Dança do Concelho de Cascais, realizado no primeiro de Maio de 2003, Dia do Trabalhador, e na festa dos povos, organizada pela Câmara Municipal de Cascais, nos dias 24 e 25 de Maio de 2003, alusivo ao Dia de África. Em Maio de 2004, apresentamos no Centro Comunitário de Carcavelos no quadro do evento denominado “Encontro de Culturas”. No quadro de intercâmbio Cultural com a Associação dos Imigrantes da Guiné-Bissau em Espanha, na cidade de Roquetas de Mar, o Grupo realizou dois espectáculos nos dias 10 e 11 do passado mês de Julho de 2004. E ainda no mês de Outubro, a convite da Associação Desportivo de Estoril, no Quadro da festa de Outono, para angariação de fundo, estivemos presentes, animando o público com as nossas espectaculares danças tradicionais, na Escola Secundária de S. João de Estoril. Recentemente, no dia 6 de Fevereiro de 2005 na Escola Secundária de S. João do Estoril, a AFAIJE realizou um Evento Cultural sinalizando o início das actividades do Grupo Cultural “Ballet Mambôf”. De 23 a 26 de Setembro de 2005, “Ballet Mambôf” participou no intercâmbio cultural com a nossa congénere em França (Évreux). Recentemente, no dia 1 de Abril de 2006, o nosso Grupo Cultural participou na Gala de 10º Aniversário da Fundação da RDP-África, no Salão da Aula Magna na Universidade de Lisboa.

terça-feira

SEMANA DE CABO VERDE - 4 A 10 DE AGOSTO




SEMANA DE CABO VERDE
4 a 10 de Agosto

2º Fª - 04
19h - Abertura da exposição de pintura (“Postais Musicais de Cabo Verde”; António Firmino) e escultura (Kassanaya)

3ª Fª - 05
19h - Apresentação da edição temática sobre Cabo Verde da revista “Cahiers Lusophones”, com a presença de Manuel Santos (da Direcção da revista)

4ª Fª - 06
18h 30m - Debate - “O Teatro em Cabo Verde”, com Armindo Tavares e Francisco Fragoso

5ª Fª - 07
20h - Jantar tradicional caboverdiano
22h - Espectáculo de teatro e dança, pelo grupo “Fidjus de Bibinha Cabral” (Tarrafal, Santiago)

6ª Fª - 08
18h 30m - Apresentação do livro “Aventuras de Nhu Lobo”, de Armindo Tavares
19h – Poesia - “Cântico na Manhã Futura”, por José Cunha, Celina Pereira, Vera Cruz e Alexandre Conceição
20h - Jantar Tradicional caboverdiano
22h - Concerto - Djon d´Robeca, Kanekinha e amigos

Sábado, 09
20h - Jantar Tradicional caboverdiano
22h - Tocatina (encontro de músicos de várias gerações - palco aberto)

Domingo, 10
18h 30m - Cinema - “Batuque, Alma de um Povo”, de Júlio Silvão Tavares



ANTÓNIO FIRMINO


António Firmino nasceu na cidade do Mindelo, na ilha de S. Vicente em Cabo Verde. É licenciado em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Nova de Lisboa e em Estudos Franceses pela Universidade de Toulouse. Possui ainda um mestrado em comunicação educacional multimédia, e duas pós-graduações na área educacional, obtidas em Inglaterra.Autodidacta, a sua pintura foi desde cedo muito marcada por uma forte relação com a terra e o imaginário de Cabo Verde. Está radicado em Portugal há alguns anos, onde tem efectuado diversas exposições e participado em inúmeras actividades culturais relacionadas com o universo das comunidades caboverdianas e lusófonas em geral.Amante da música tradicional da sua terra natal, presença assídua - quando não mesmo impulsionador - das sempre recordadas noites de serenata no Mindelo dos anos 70, acabou sendo enfeitiçado pela criatividade musical natural do ilhéu, passando ele próprio a compor e a tocar violão. Essa actividade suscitou-lhe ainda o mote para a sua pintura, a que chamaria mais tarde de “Serenata Mágica”.Está representado em diversas colecções privadas em Cabo Verde, em Portugal e em diversos outros países.

Postais Musicais de Cabo Verde, de António Firmino



Nesta exposição, António Firmino mostra o resultado de uma pesquisa pictórica e documental sobre o universo da música popular caboverdiana, trabalho que vem desenvolvendo há alguns anos. Nos quadros de pequeno formato evocam-se aspectos essenciais do quotidiano de uma comunidade musical marcada pela confraternização permanente entre compositores, instrumentistas, poetas e outros actores centrais da vivência cultural do arquipélago de Cabo Verde.Grande parte dessas imagens retratam figuras maiores da vida musical crioula ou tocadores populares muitas vezes “famosos” apenas nas suas povoações ou ilhas. Outras evocam personagens já desaparecidos mas que tiveram notoriedade significativa nas épocas em que viveram. Entre eles, merecem destaque Ana Procópio, uma das grandes pioneiras dos cantares de improviso, Eugénio Tavares, um dos maiores compositores de todos os tempos em Cabo Verde e Francisco Xavier da Cruz, dito “B.Léza”, autor de referência cimeira na história da música caboverdiana, cujo centenário do nascimento se comemorou em 2005.A preocupação do autor foi contribuir para que as novas gerações crioulas conheçam melhor estas figuras fundamentais da sua cultura, muitas das quais foram objecto de referências esporádicas na escassa literatura caboverdiana sobre “gente da música”. É importante referir que o projecto de pesquisa em que esta exposição está integrada abrange igualmente áreas como a fotografia, o registo de testemunhos ou a recolha documental, visando contribuir para a preservação da memória colectiva do povo de Cabo Verde e para a perpetuação do seu riquíssimo património musical.

KASSANAYA


José Brazão “Kassanaya” é escultor e artesão. Nasceu na Cidade da Praia, ilha de Santiago, em Cabo Verde. Reside e trabalha em Portugal há 17 anos embora mantenha laços de contacto com o seu país de origem. O artesanato, a escultura, a cerâmica e a joalharia alternativa, são as suas principais actividades.As esculturas agora em exposição fazem parte da exposição intitulada “Alibentempu”. Trata-se de uma expressão em crioulo de Cabo verde que evoca um prenúncio da chegada de momentos conturbados, de mudanças repentinas vividas no mundo, como muitas das que se cruzam no nosso dia-a-dia.Nestas obras, Kassanaya utiliza a pedra (Lioz, Calcário e Vermelho Negrais). Kassanaya tem formação nas áreas da escultura, cerâmica, artesanato, e fotografia. O seu percurso profissional e artístico é marcado pelo desenvolvimento e participação regulares em projectos de cariz sóciocultural, onde tem dirigido oficinas de escultura, joalharia alternativa, artesanato, e transformação de desperdícios em objectos plásticos. “Alibentempu” foi a sua primeira exposição individual (realizada na Casa da Morna), de algum modo marcando um ponto de referência na sua obra.
Entre as exposições em que participou, destacam-se:2007 - Participação na I Bienal Lusófona da Malaposta, Odivelas2006 - 2007 - Exposição individual “Alibentempu”, Casa da Morna, Lisboa2005 - Galeria da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira2004 - Colectiva de azulejo e escultura (participação com obra em pedra), Junta de Freguesia da Mina, Amadora2003 - IV Bienal de Cerâmica, Prémio Artur Bual, Junta de Freguesia da Mina, Amadora2001 - III Bienal de Cerâmica Artur Bual, Junta de Freguesia da Mina, Amadora1999 - Semana Intercultural da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Açores1998 - Pavilhão de Cabo Verde na EXPO 98, Lisboa1998 - Festival Mundial da Juventude, Selecção ACIME, Costa da Caparica1997 - Espaço Telecom, Lisboa.

segunda-feira

SEMANA DO BRASIL - 28 de Julho a 03 de Agosto




28 DE JULHO A 3 AGOSTO
ARTES PLÁSTICAS - Mané do Café, Dona Peta e Mirah
Abertura 28 de Julho ás 18h 30; de 29 a Julho a 3 de Agosto das 14h 30m às 20h

28 DE JULHO
21h 30m - CINEMA - Projecção da longa metragem “Pélé Eterno”, de Aníbal Massaini Neto, sobre a vida e o talento genial do maior desportista do século.

29 E 30 DE JULHO
21h 30m - MÚSICA - Concerto com“Reco do Bandolim & Choro Livre”. Directamente do famoso Clube de Choro de Brasília para Lisboa, um dos mais prestigiados agrupamentos de Chorinho do Brasil. Imperdível!

31 DE JULHO
21h 30m - POESIA - “Vozes da Lusofonia”: Lauro Moreira interpreta poetas da Língua Portuguesa (Camões, Fernando Pessoa, Alda do Espírito Santo, Alda Lara, Jorge Barbosa, Castro Alves, Manuel Bandeira, entre outros). Imperdível!

01 DE AGOSTO
20h - GASTRONOMIA - Jantar Tradicional Brasileiro
21h 30m - CINEMA - “Lunário Perpétuo”: documentário do fantástico espectáculo de António Nóbrega, consagrado compositor, cantor, instrumentista e bailarino. Uma das mais importantes personalidades da cultura brasileira. Dirigido por Walter Carvalho.

02 DE AGOSTO
20h - GASTRONOMIA - Jantar Tradicional Brasileiro
21h 30m - CINEMA - “Moro no Brasil”: surpreendente longa metragem do finlandês Mika Kaurismaki sobre a música popular brasileira. Filme seleccionado para os Festivais Internacionais de Cinema Berlim, S. Francisco e Melbourne.

03 DE AGOSTO
18h 30m - CINEMA - "Até Onde a Vista Alcança", de Filipe Peres Calheiro: Um comovente documentário sobre uma comunidade de quilombolas (habitantes dos quilombos, nome pelo qual são conhecidas as comunidades de descendentes de escravos africanos no Brasil) do interior de Pernambuco, que se organiza para concretizar um velho anseio colectivo - a primeira viagem ao Litoral. Filme Premiado no Festival Camera Mundo (Holanda).

"O Homem da Mata", de António Luiz Carrilho - José Borba da Silva, cantor, canavieiro e pai de santo, interpreta Jack - um vingador justiceiro - defensor dos canavieiros da zona da mata de Pernambuco. Filme premiado em diversos festivais, incluindo o festival de Brasília (o mais importante do país) e o Curta Cinema no Rio de Janeiro.

ARTES PLÁSTICAS - Mané do Café, Dona Peta e Mirah











DONA PETA
“Eu só queria ser pintora, passar para a tela os desenhos que faço ao longo da vida como um diário que, invés de escrito é desenhado, mas dizem que sou artista-plástica. Uns entendidos dizem que eu faço Arte Bruta e eu fiquei sabendo que essa é a arte dos pacientes dos hospitais psiquiátricos, ora, eu estive na prisão, não num manicómio. Se bem que seja porque não calhou. De qualquer forma, cá estou eu, desaparecida, mas dando o ar da graça sob a responsabilidade do Mané, esse meu anjinho que me caiu do céu, como não canso de dizer. Se alguém quiser saber mais sobre a minha pessoa, no blog está publicado o livro Dona Peta - Conto Minha Vida.”

E no blog ( http://www.myspace.com/donapeta ), pacientemente tecido pelo amigo Mané, entre mil e uma aventuras e desventuras de uma vida sofrida mas intensa (ou vice-versa), entre Portugal e Brasil, lá está uma pontinha do véu , talvez uma pista, sobre porquê e por onde andará Dona Peta desaparecida nos dias de hoje:

“Mané do Café - - Gostava de lá voltar?
Dona Peta - Sim. Mas gostava mesmo é de conhecer a Amazónia. Tu falas-me tanto de lá que já me imagino a passear por aqueles rios. Também gostava de ir ao Pantanal, mas por causa da novela. Mas, pelo que tu falas, penso que a Amazónia seja ainda mais bonita. Já sei, Mané. Quando começar a vender meus quadros, assim que o dinheiro der, eu vou conhecer a Amazónia. Se der, pago tua passagem. Se não, vou sozinha”

(in “Dona Petta - Conto Minha Vida”, de Mané do Café”)

MIRAH
Miracelia de Freitas Fragoso, natural do Estado do Acre, na Amazónia Brasileira, desde criança esteve ligada à Música. Foi aluna e assistente da professora Elais Meira. Ao concluir o 2º Grau, passou a ministrar aulas de Dança para escolas da Rede de Ensino Básico. Foi coordenadora da Área de Teatro da Fundação Cultural do Acre e participante activa de vários eventos culturais e espectáculos de Música e Teatro. Em Portugal, onde reside desde 1990, profissionalizou-se como actriz e cançonetista e fez parte do elenco fixo da Associação de Teatro A Lanterna Mágica, de Lisboa. Com o nascimento da filha Ariane, viu-se forçada a afastar-se dos palcos e de outras actividades artísticas para além de uma oficina e um espectáculo realizados pelo actor André Gago, até que, no início de 1999, descobriu a emoção da Pintura, arte que passou a exercer intuitivamente e com incentivo de pintores como Mário Alberto e Edna de Araraquara. Sentindo necessidade de adquirir conhecimentos na nova arte, frequentou o atelier do pintor Zé Cordeiro. É membro embrionário do grupo de pintoras “As Viriatas”. Assina Mirah, Mirá (nas intervenções) ou Mira Fragoso. Pinta, mas tem na Música uma grande fonte inspiradora.

Sobre a pintura de Mirah, escreveu Nonato do Piauí: “ !Mira não procura, acha. Improvisa, sonha, descobre. Mas, mesmo quando busca e rebusca, sofre, trabalha, pesquisa, ainda assim, forja o milagre de parecer tudo tão simples. Tropeça na Física, mas abre portas à Filosofia. O impensável existe e o amorfo desenha o Mundo. Suas telas são palcos onde as cores “jazzeiam”.
MANÉ DO CAFÉ
Jorge Carlos Amaral de Oliveira Nasceu no Rio de Janeiro, a 23 de Julho de 1952. Despertou para as artes no Estado do Acre, na Amazónia Brasileira, o que o levou a abandonar o curso superior de Geografia para, a tempo integral, lançar mão das mais variadas formas de expressão artística e, através delas, gritar a sua indignação contra as injustiças para com as gentes e as matas do Acre. Ao profissionalizar-se nas artes cénicas, adoptou o pseudónimo de João Maiara e, em 1995, por sugestão do pintor Zé Cordeiro, passou a assinar os seus desenhos como Mané do Café. Fez de tudo nas artes e ainda foi jornalista, professor e animador cultural.

As suas pinturas em café já foram vstas nos mais variados lugares, no Brasil, em Portugal, en França e em Ingleterra, em exposições colectivas ou individuais. Aos mais distraídos ou porventura avessos a estas coisas das artes, recomenda-se alguma atenção aos pacotinhos de açúcar que rasgamos diariamente, para adoçar a bica, por que boa parte deles reproduzem justamente algumas das perspectives de Lisboa desenhadas - a café, como é evidente - por esse honem do mundo que passou “de Jorge a Mané”, como ele póprio escreve em título no seu blog, com o humor inimitável que o caracteriza.

Mané do Café está representado no Museu Estadual do Acre, Brasil; Museu Municipal de Alcochete, Portugal; Secretaria da Indústria e Comércio do Acre; Serviço Social do Comércio do Acre; Tropicalp (Associação Suíça-Brasil) Lausanne, Suíça e sede da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) Rio de Janeiro, e ainda em Museus Particulares de Indústrias do Café (Portugal).

CINEMA - “Pélé Eterno”, de Aníbal Massaini Neto




Quem é o maior jogador de futebol de todos os tempos? A pergunta é complicada de responder principalmente por que se jogava, há algumas décadas, utilizando-se muito menos preparo físico do que hoje em dia. Assistir agora às partidas da Copa de 70, por exemplo, dá sono. O jogo era muito mais lento do que o que se pratica atualmente – digam o que disserem. Mesmo tendo isso em mente, é impossível não se maravilhar com as jogadas de Pelé Eterno. O ponto alto do brilhante documentário de Aníbal Massaíni sobre Pelé é a pesquisa de registros filmados de jogadas do grande craque – o diretor chegou a buscar fitas com lances do jogador em diversos países do mundo. O resultado é deslumbrante. Ao contrário dos documentários e reportagens de sempre (que costumam passar as mesmas jogadas do Rei do Futebol), a quantidade de lances raros – que pouquíssimas pessoas da minha idade, por exemplo, já tinham visto – presentes em Pelé Eterno é simplesmente extraordinária. São mostrados cerca de 400 gols, além de diversos lances como dribles, passes, faltas e mesmo jogadas onde ele ajudava na defesa. O que Pelé fazia com a bola era praticamente inacreditável: chutes com as duas pernas, de perto e de longe do gol; cabeçadas certeiras; dribles fantásticos que deixavam filas de marcadores para trás; passes perfeitos para companheiros melhor colocados; gols de falta; dribles utilizando as pernas dos adverários (?!) para a sua própria progressão. Seqüências espantosas de lances espetaculares fazem com que o público ria de felicidade em diversos momentos do documentário. Mas Pelé Eterno não mostra apenas as jogadas do craque. O filme conta a história de Pelé a partir de depoimentos (inclusive do próprio jogador) e imagens de arquivo. O tom do documentário é laudatório além da conta, o que cansa um pouco. Mas, verdade seja dita, o próprio Édson Arantes do Nascimento quis que fossem citados alguns pontos obscuros de sua biografia, como o fato dele só ter reconhecido judicialmente uma das filhas de fora do casamento e alguns problemas com negócios [só que o escândalo do desvio de dinheiro da Fifa não é comentado]. Bastante interessantes, por outro lado, são os trechos que apresentam fatos lendários da carreira do craque. Como uma vez em que a ida de Pelé ao Congo fez com que as partes em conflito em uma guerra travassem um armistício. E o caso de um jogo na Colômbia, onde a torcida "expulsou" um juiz que expulsara o grande jogador do Santos – o público local, afinal de contas, tinha ido ao estádio para ver o craque e não o juiz. Somando tudo, Pelé Eterno é um filme obrigatório para quem gosta de futebol. Mesmo para aqueles que não gostam do homem Édson Arantes do Nascimento.

in www.bacana.mus.br

RECO DO BANDOLIM & Grupo “Choro Livre”




Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília em 1963 e quando adolescente participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de 80. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bitencourt despertaram uma paixão definitiva pelo Choro, e a guitarra foi definitivamente aposentada.
Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978, e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Odete Ernest Dias, Bide e Pernambuco do Pandeiro. Presidente do Clube do Choro de Brasília e fundador da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, Reco do Bandolim é ainda jornalista profissional, mas — até para fazer jus ao apelido — não descuida de sua “porção” instrumentista.
Dono de um estilo refinado, de interpretações elaboradas, onde a emoção e a sensibilidade convivem com o requinte e o virtuosismo, Reco se declara um eterno discípulo de Jacob do Bandolim. Tem quatro discos gravados, dois pelo setor de pesquisas do Banco do Brasil e dois independentes, entre os quais se destaca o “Reco do Bandolim & Choro Livre”, com mais de cinco mil cópias vendidas. Aliás, a versão de “Retratos – Pixinguinha”, do mestre Radamés Gnatalli, constante desse CD, foi escolhida para figurar num disco que reúne as dez maiores interpretações de bandolinistas brasileiros.
Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, mas sem medo de dogmas, o conjunto "sacode a poeira e dá a volta por cima", fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias.
O grupo já atuou ou dividiu o palco com monstros sagrado da MPB, de Nelson Cavaquinho a Clementina de Jesus, de Moraes Moreira a Armandinho, de Abel Ferreira a Paulo Sérgio Santos, de Raul de Barros a Dona Ivone de Lara, de Waldir Azevedo a Paulinho da Viola, de Hermeto Paschoal a Sivuca.Grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro de Brasília, nas últimas sete temporadas, o Choro Livre acompanhou apresentações inesquecíveis de Altamiro Carrilho, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos, João Donato, Época de Ouro, Cristóvão Bastos, Ginga, Wagner Tiso, Paulo Moura e outros bambas da nossa música popular.
O Choro Livre lançou dois CDs, gravados pelo selo Kuarup Discos, onde além de clássicos do gênero, apresenta composições próprias como "Moleque Ronaldinho" e "Siri com Toddy".
O Choro Livre é: Reco do Bandolim (bandolim), Henrique Neto (violão 7 cordas), Rafael dos Anjos (violão 6 cordas), Marcio Marinho (cavaquinho) e Tonho (pandeiro).
"Reco do Bandolim e grupo Choro Livre", segundo CD do regional, aposta no chamado sangue novo. “A gente tem a obra dos mestres como referência”, diz Reco. ”Mas no novo trabalho procuramos imprimir um sentido atual ao nosso repertório, sem qualquer rejeição ao tradicional.” Este foi o ponto de partida do CD, que tem 14 faixas, e apenas uma releitura de "Na baixa do Sapateiro" (Ary Barroso) entre as mais conhecidas do grande público. As demais músicas foram garimpadas pelos integrantes do conjunto. Os choros "Novato" (Esmeraldino Sales) e "Ela e Eu" (Osvaldo Colagrande) foram descobertas pelo violonista Alencar Sete Cordas, ex-integrante do grupo, que as escutou numa rádio do interior durante uma madrugada de insônia.
Já "Meu Rádio, Meu Mulato" (Herivelto Martins) foi encontrada por Reco no acervo da Rádio Nacional AM. "Não é um choro, nem é parte do repertório mais conhecido de Hrivelto. Mas como o chorinho, segundo Paulinho da Viola, é mais uma maneira de tocar do que um gênero musical, ‘Meu Rádio...’ é uma composição que se identifica com o espírito do choro. Por isso fizemos um arranjo e a incluímos no CD".
Outra faixa, "Estamos Aí", de Maurício Einhorn, que chegou a ser um dos “hits” da bossa nova, mereceu o mesmo tratamento. Sem desmerecer aos tradicionais aficcionados do Choro, mais acostumados ao repertório tradicional, o CD "Reco e Choro Livre" procura inovar, buscando atingir também o público jovem.A nova geração tem marcado sua presença nas apresentações dos projetos do Clube do Choro de Brasília. Este novo trabalho é, também, uma homenagem e um reconhecimento a ela, que tem revelado grande interesse pelo gênero, como expressam os mais de 250 alunos inscritos na Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello e os mais de 500 candidatos que aguardam vaga para se matricula.

POESIA - VOZES DA LUSOFONIA POR LAURO MOREIRA




O embaixador Lauro Moreira chefia actualmente a Missão Diplomática do Brasil junto da CPLP, em Lisboa. Homem desde sempre ligado ás artes, tem imprimido um forte cariz cultural á acção da Missão que dirige, a exemplo do que tem sido seu timbre em todos os países onde exerceu funções.
Entre os inúmeros projectos artísticos a que esteve ou está ligado, dois merecem especial destaque - o grupo musical “Solo Brasil” e o recital “Manoel Bandeira, o poeta em Botafogo” . Com o primeiro, uma iniciativa do departamento cultural do Ministério das Relações Exteriores do Brasil para divulgação internacional da música brasileira, concebeu e coordenou o espectáculo “Uma Viagem Através da Músico do Brasil”, apresentado em diversos países e mais tarde registado em CD. Com o segundo, desenvolvido em 2005 a partir da edição em CD de um conjunto de poemas ditos pelo poeta, gravados numa velha bobina pelo próprio Lauro e preciosamente guardados pelo diplomata durante muitos anos, efectuou diversas apresentações tanto no Brasil como no exterior, dizendo ele próprio os poemas de Bandeira, acompanhado ao piano por Sónia Vieira.
Surge agora a oportunidade de apresentarmos, no Ciclo “Lusofonias” um dos mais recentes projectos artísticos de Lauro Moreira - o recital de poesia “Vozes da Lusofonia”, numa linha de coerência de percurso pessoal, de convicções e de afirmação da importância da cultura enquanto elemento central da diplomacia e do relacionamento entre os povos, que deve ser aplaudida fortemente. E replicada.

quarta-feira

Semana de Angola - 21 a 27 de Julho


SDZabila (Sebastião Eduardo)


Linogravura de SDZabila

FORMAÇÃO PROFISSIONAL
  • 1986 - Frequenta o curso de desenho e gravura na oficina de gravura da União Nacional de Artistas Plasticos de Angola (UNAP).
  • 1987 Frequenta o curso de técnica, estudo e elaboração de banda desenhada, pela empresa de publicidade IMAGEM.Ldª do antropologo e banda desenhista Henrique Abranches.
  • 1988 Inicio do Curso Médio de Formação Artístico e Cultural.


EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

  • 1987 - Primeira experiência profissional no campo da pintura com a Brigada Joven de Artes Plásticas ( BJAP ) da UNAP, participando com uma obra de pinyura na exposição da semana da Arte Jovem.
  • 1988 - Exposição alusivo ao aniversário da BJAP, Hotel Presidente Meridiem Luanda
  • 1996 - Funda em conjunto com outros jovens artistas plásticos, alunos do INFAC e membros da BJAP, o primeiro grupo artístico juvenil angolano denominado “Os Nacionalistas”.
  • “Apresentações”, primeira exposição de “Os Nacionalistas” na galeria Cenários da pintora angolana Isabel Batista.
  • Exposição colectiva, dia mundial da luta contra a SIDA, galeria Visão1997 Mostra de arte jovem (Os Nacionalistas), Hotel Flamingo Luanda.
  • Exposição colectiva no XIV Festival Internacional da Juventude e Estudantes Havana Cuba 97.
  • Decoração do muro da CUCA-BGI , 2º Lugar na classificação geral.1998 Lançamento do fanzine de BD o “ Traço Livre “, galeria Visão.
  • Exposição colectiva de BD na VIII Feira Internacional do Livro de Havana 98.2000 Exposição colectiva de pintura e escultura, Al Qasar Bar Lisboa. 2001 Exposição colectiva de pintura. Convento Club Lisboa.
  • 2002 Exposição individual de pintura. Bar-Bar Lisboa.
  • 2004 Exposição colectiva de pintura, fotografia e gravura Cooperativa de Gravadores Portugueses Lisboa.
  • 2005 Exposição colectiva de pintura, gravura e desenhos. Associação Pala Pala Ponta Delgada Açores 05.2006 Exposição colectiva de pintura, gravura e desenhos. Associação Pala Pala Ponta Delgada Açores 06.