
04, 05 e 06 de Setembro (Quinta, Sexta e Sábado)
20h /23h 30m - Jantares Tradicionais Santomenses




Nasceu em 1970. Pintor, autodidacta, fez alguns workshops de pintura em S. Tomé. Foi membro fundador da AAPLAS (Associação dos Artistas Plásticos santomenses em Portugal, onde vive e trabalha desde há vários anos, frequentou o curso de " Decoração e Arquitectura de Interiores ", curso tecnológico do IATA - Instituto de Aperfeiçoamento Técnico Acelerado em Lisboa. 2002/03. Insere-se numa tipologia de arte contemporânea.
Exposições colectivas (destaques): Pintura e Escultura de S. Tomé e Príncipe, Museu da República e da Resistência, Lisboa (2001); Arte Africana " 25 de Maio", I.P.J. - Instituto Português da Juventude, Lisboa (2001); XXI Expo-Feira do Livro, Viana do Castelo (2001); Encontro Anual de Artes Plásticas, Galeria Municipal, Sintra, Portugal (2000); 1 de Dezembro, Centro Cultural Português, (S. Tomé e Príncipe); Arte Santomense, França (1998); Reencontro 98, Centro Cultural Português, S. Tomé e Príncipe (1998); Pavilhão de São Tomé e Príncipe, Expo 98, Lisboa (1998); Expo Cannes 97 Cannes França 1997; IV e V Bienal de Arte Contemporânea Bantú, CICIBA, Brazaville, Congo (1991 e 1994); Centenário do nascimento de Sun Canarin, patrono das artes santomenses S. Tomé e Princípe1993 Centro de Documentação Técnica e Científica 1992.
Exposições individuais (destaques): Palácio dos Congressos - S. Tomé e Príncipe (1993); Residencial Avenida 1993. Está representado em colecções privadas em vários países, e ainda nos acervos do Centro Cultural Português, da delegação Sede do PNUD (Programa das Nações Unidas Para o Desenvolvimento) e do Museu Nacional, em S. Tomé e Príncipe.


José Chambel nasceu em 1969 em S. Tomé e Príncipe.
Expõe regularmente desde 1993, tendo participado em diversas exposições colectivas, quer em Portugal quer no estrangeiro. Expôs também individualmente, sendo que o seu projecto mais conhecido, "Págá Dêvê", passou a integrar a Colecção Nacional de Fotografia.
No campo editorial conta com duas publicações:
"Arqueologia Industrial" (1998) e "Pága Dêvê" (2000).
A Ilha do Príncipe parece ter uma ressonância poética, ao mesmo tempo evocando uma terra distante quase mística. Santo António é a capital da ilha que se situa no Golfo da Guiné, em plena zona do equador, orientada a nor-nordeste de S. Tomé, a ilha principal do Arquipélago. Foi durante muito tempo um entreposto de trocas comerciais e sociais do Golfo da Guiné, a cargo das potências colonizadoras europeias. De 1753 a 1852, devido a instabilidades internas e à ocupação de S. Tomé pelos holandeses, Santo António passou a capital do arquipélago, tornando-se uma cidade desejada, centro de comércio, de diplomacia e de saber que marcou a sua morfologia urbana, a tipologia dos seus edifícios e o modo de vida dos seus habitantes. Hoje, exibe uma muito antiga herança cultural, visível tanto nos rostos como no belo património arquitectónico em estado de degradação avançada e que a vegetação reclama.
N.b: As fotos expostas integram o projecto "CAPITAL, Santo António do Príncipe”.