segunda-feira

JOÃO CARLOS BARROS



Nasceu em Bissorã, na Guiné-Bissau a 24 de Março de 1959.
Desde miúdo revelou aptidão para desenhar e pintar, o que o levou, de forma autodidacta, a aperfeiçoar-se nas técnicas do desenho e da pintura.Em 1982 veio estudar para Portugal, tendo-se licenciado em arquitectura. Desde então em Portugal tem trabalhado como arquitecto e como professor de Educação Visual, no ensino básico e secundário.Desde muito cedo revelou um irreprimível vontade de desenhar e pintar que o levou a dedicar-se em 2000 à pintura de forma mais regular e profissional. Tem como principais referências Picasso e Malangatana.Do seu curriculum constam a elaboração de capas de discos para músicos guineenses. É também autor de cartazes para eventos culturais e do logótipo da Guineaspora. Realizou algumas exposições individuais e participou em várias colectivas.
Exposições indiciduais:
2004 - As minhas raíses”, Centro de Artes e Ofícios (CAO’S) organizada pela Associação de Pintores dos Concelhos de Loures e Odivelas (Quadrante);
2003 - Memórias d’África, Junta de Freguesia da Ramada, odivelas.
Exposições colectivas:
2005 - exposição colectiva realizada no espaço Santiago Alquimista para “Musidanças”;
2004: exposição colectiva “Comemorações do Dia de África, realizada na Escola EB. 2, 3 João Villaret, Loures; exposição colectiva realizada no Instituto Português da Juventude no Parque das Nações;
2003: exposição colectiva de Pintores Guineenses da Diáspora, realizada na Universidade Lusíada.

1 comentário:

Ricardo disse...

OI!
Interessei-me pelo artista J. Carlos Barros! Pesquiso a relação entre artes plásticas e as literaturas dos países africanos de língua portuguesa. De Guiné-Bissau conheço a literatura de Odete Costa Semedo e Abdulai Sila, porém não conheço nenhum pintor. Como JCB é influenciado por Malangatana e Picasso, gostaria de ver mais de suas obras, ou ter algum e-mail com o pintor.
Tenho um blog - http://ricardoriso.blogspot.com - e escrevo para a revista www.africaeafricanidades.com , na atual edição escrevi um artigo sobre Malangatana Valente.
Abraço,
Ricardo Riso